– É a justiça – explicou por fim o pintor.
– Ah, sim! agora eu a reconheço – exclamou K. –; aqui está a venda sobre os olhos e aqui a balança. Mas não são asas essas que se vêm nos calcanhares? E não está representada em atitude de corrida?
– Sim – disse o pintor –, encarregaram-me de pintá-l…
Veja a matéria original no Portal Consultor Jurídico